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domingo, 28 de novembro de 2010

Bibliotecas Universitárias.

Somos discentes da maior universidade do norte do Brasil. Acreditamos ter a melhor estrutura de ensino que pode-se ter em nossa região. A maioria dos discentes já ganharam bolsas na Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará. Assim, acabamos tendo uma melhor visão do funcionamento de uma grande Biblioteca e suas qualidades e problemas.
Na BC/UFPA, por exemplo, temos um acervo generoso. Porém, as condições de armazenamento não são das melhores. Alguns arquivistas apontaram alguns erros que não me aprofundarei em comentá-los aqui, pois não tenho essa propriedade, nem domínio sobre o assunto para concordar ou não. Mas sei  que eles existem porque muitos exemplares estão se perdendo lá dentro. A Biblioteca Central da Universidade tem muitas qualidades como disponibilizar o acesso às bibliotecas digitais, virtuais e serviços como o Comut. O problema está no espaço físico da Biblioteca; para ser mais claro, existem falhas na segurança, na prevenção contra incêndio por exemplo. Mas pode-se acreditar que essas falhas serão corrigidas.
Uma observação que me foi feita é com relação ao acervo do setor de periódicos, não só lá, mas existem muitos exemplares danificados e quase sem condições de uso. Acredito que é o caso de digitalizar grande parte daquele acervo e disponibilizá-los aos usuários que frequentam àquela Biblioteca. Mas deve haver alguma questão legal com relação a esse assunto. Porém, a idéia não é tão ruim.
Problemas, com certeza, estarão presentes quando tratarmos de Bibliotecas do porte de uma grande Biblioteca como a BC/UFPA, mas precisamos, sempre, buscar as melhorias para não ficarmos fadados ao "sub-tudo " de sempre.

Tecnologia da Infomação e Comunicação

   
         Tecnologia da informação e comunicação (TIC) pode ser definida como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. As TICs são utilizadas das mais diversas formas, na indústria (no processo de automação), no comércio (no gerenciamento, nas diversas formas de publicidade), no setor de investimentos (informação simultânea, comunicação imediata) e na educação (no processo de ensino aprendizagem, na educação à distância). O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos processos decorrentes em meios virtuais. No entanto, foi a popularização da internet que potencializou o uso das TICs em diversos campos.
        Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online, comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.
Através do trabalho colaborativo, profissionais distantes geograficamente trabalham em equipe. O intercâmbio de informações gera novos conhecimentos e competências entre os profissionais.
       Novas formas de integração das TICs são criadas. Uma das áreas mais favorecidas com as TICs é a educacional. Na educação presencial, as TICs são vistas como potencializadoras dos processos de ensino – aprendizagem. Além disso, a tecnologia traz a possibilidade de maior desenvolvimento – aprendizagem – comunicação entre as pessoas com necessidades educacionais especiais.
       As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido, a gestão do próprio conhecimento depende da infraestrutura e da vontade de cada indivíduo.
       A democratização da informação, aliada a inclusão digital, pode se tornar um marco dessa civilização. Contudo, é necessário que se diferencie informação de conhecimento. Sem dúvida, vivemos na Era da Informação.

O perfil dos futuros bibliotecários.


Uma afirmação que gera um pouco de polêmica, ou um certo incômodo, para estudantes de Biblioteconomia de todo o Brasil é sobre o perfil desse estudante. Existe um pouco de preconceito sobre os estudantes que optam por Biblioteconomia, mas será que tudo é exagero?
É verdade que muitos optam pelo curso por ser mais "fácil" para conseguir entrar numa universidade, porém, há aqueles que conhecem e sabem o que querem para seu futuro. Uma verdade que não se pode esquecer de citar é que a maioria, pelo menos, quando começa a conhecer o que é a Biblioteconomia e o que ela pode ser, não contém o sentimento de se apaixonar pelo curso. Mas não se pode negar que há sim aqueles que passam por passar, os que não possuem um comprometimento ou não têm o perfil para bibliotecários contemporâneos. Aliás, um perfil que ainda está se moldando. Moldando-se porque a Ciência da Informação está diretamente ligada aos avanços tecnológicos que renovam-se todos os dias. Afinal, a quinta lei de Ranganathan pode ser interpretada desta maneira.
Quando a tecnologia começou a se integrar à Biblioteconomia, quando as bibliotecas deixaram de ser grandes depósitos de livros, o receito de alguns bibliotecários os cegaram para as inúmeras vantagens que essa nova ferramenta, a tecnologia, poderia acrescentar e contribuir para a evolução da nova ciência.
Imagino o olhar de um pai, uma mãe quando o filho(a) comunica a vontade por optar pela Biblioteconomia, lembro-me imediatamente do olhar da minha mãe, uma desconfiança e um momento de silêncio e depois a sugestão: " - É, depois é só mudar de curso."
Isso só reflete o pensamento que se tem sobre o perfil dos estudantes de Biblioteconomia. Uma imagem caricaturada de alunos medíocres e sem comprometimentos. Infelizmente, não se pode negar que alguns alunos são mesmo medíocres, mas existe um porém, o novo perfil do bibliotecário não admite mais esse tipo de estudante, o dinamismo e a necessidade de estar sempre atualizado com as novas tecnologias diferenciam os futuros profissionais da área.
A opção por Biblioteconomia, ou Ciência da Informação ainda pode até ser uma opção pouco popular e de desconhecimento e pouca inspiração por parte de candidatos a uma vaga numa universidade, mas com certeza ,quando eles começarem a conhecer a nova ciência e os caminhos que ela pode proporcionar na vida profissional desses estudantes, um sentimento de orgulho e amor encherá o ego e  o coração desses futuros bibliotecários.

Projeto Gutenberg


10.000 livros disponíveis até 2001

" Conheça um pouco deste projeto, que se propõe a colocar cópias dos melhores livros do mundo na Internet "

Um alemão chamado Gutenberg inventou a prensa, iniciando um processo de massificação que colocaria os livros ao alcance da maior parte das pessoas. Quebrava um paradigma e dava uma grande contribuição para o progresso da humanidade, pois até então os livros eram escritos e copiados a mão portanto, privilégio de poucos.
Cinco séculos depois, os computadores e a tecnologia das comunicações fazem uma verdadeira revolução, e nos permitem vivenciar um salto tão significativo quanto aquele outrora dado pelo inventor alemão Nos aproximamos da realização de um dos mais antigos sonhos: a criação de uma biblioteca universal.
Muitas iniciativas no ciberespaço contribuem para esta verdadeira democratização do conhecimento, e o Projeto Gutenberg merece especial atenção, pela época em que foi concebido, pela sua filosofia e pelos seus mecanismos de sobrevivência e de operação.
Há 26 anos, quando a Internet ainda nem era chamada desta forma e era privilégio de especialistas, fria e repleta de indecifráveis comandos Unix, um americano chamado Michael Hart teve uma visão: o maior benefício dos computadores não seria a computação, mas a gravação, recuperação e pesquisa sobre o que estava armazenado em nossas bibliotecas. O visionário Michael digitou e transmitiu o primeiro texto eletrônico do projeto Gutenberg - a Declaração de Independência dos Estados Unidos.
Corno todo visionário, em 1971 Michael não foi reconhecido. Ao contrário, muitas vezes foi tomado como louco. Esta era provavelmente a mais sensata conclusão para uma época onde era impossível imaginar que um dia existiriam computadores sobre as mesas de nossas casas... As cotas dos discos dos mainframes (computadores de grande porte) eram da ordem de 10 kbytes, e poucas pessoas tinham acesso aos recursos computacionais.
No início o projeto andava realmente a passos lentos, já que Michael simplesmente tinha que digitar cada um dos textos. O crescimento significativo somente veio ocorrer há pouco, com o surgimento de computadores cada vez menores, mais potentes e baratos, com os scanners, que deram uma nova força à iniciativa, e com a popularização da Internet, que trouxe público e principalmente colaboradores.
Atualmente, já se encontram disponíveis em torno de 1.000 trabalhos, e o objetivo de Michael Hart é atingir o número de 10.000 obras, no ano de 2001, quando o Projeto estará completando seus 30 anos. Sua biblioteca abrange desde a literatura leve de "Alice no País das Maravilhas", a Peter Pan" e Fábulas de Esopo", até uma literatura mais pesada, onde encontraremos entre outros a "Bíblia", "Moby Dick" e "Paraíso Perdido", incluindo também obras de referência, como almanaques, enciclopédias e dicionários.
Você deve estar pensando: "E os autores, o que acham de verem seus livros distribuídos livremente?" Bem, a história não é exatamente esta. Na verdade. somente estarão disponíveis livros que já tenham entrado em domínio público, o que ocorre 50 anos após a morte de seu autor, de acordo com a lei americana de copyright. Isto cria uma grande dificuldade na disponibilização de publicações recentes, pois se um livro é publicado hoje e seu autor viver ainda 30 anos, somente daqui a 80 anos o livro será de domínio público. Neste contexto, portanto, somente os livros que sobreviverem ao tempo poderão ser imortalizados através de sua versão eletrônica. palavras extremamente facilita
Nesta biblioteca os livros são arquivos compactos, que você baixa para seu próprio computador e lê no seu editor de textos favorito. A premissa básica adotada pelo projeto é que os Etextos (textos eletrônicos) devem estar disponíveis da forma mais simples e fácil de se utilizar possível, de forma a atender a 99% do público em geral. Assim sendo, o formato de gravação é o txt pleno, o que permite uma busca por palavras extremamente facilitada, além de ampla compatibilidade com os mais diversos processadores de textos.
Em vista de suas características de acesso rápido, fácil e gratuito, esta biblioteca digital poderá atender eventual necessidade de livros não encontrados nas bibliotecas tradicionais, além de suprir os estudantes com farto material de consulta em pesquisas. Estes livros eletrônicos também podem ser utilizados em sintetizadores de voz, beneficiando os que não quiserem ou não puderem se dedicar à leitura, como os deficientes visuais, por exemplo.
Nos planos para o futuro estão versões de publicações em outras línguas (já que praticamente todo o material hoje disponível está em inglês), além de imagens e sons, que ainda não enriquecem esta biblioteca por não possuírem padrões consolidados, além de ocuparem muito espaço em disco para os parâmetros atuais de armazenamento. Simples demais? Pode ser, mas é esta simplicidade que garante a funcionalidade do projeto e que permite que outras iniciativas utilizem os E-text do Projeto Gutenberg como base para realizações mais arrojadas.
A filosofia de escolha dos títulos que compõem a biblioteca também é realizada de forma a atender a maioria. A tendência é que sejam encontrados lá os grandes clássicos e livros que a princípio podem ser do interesse de qualquer um, sendo relegados a segundo plano os títulos dedicados a assuntos específicos. Em grande parte são os próprios colaboradores que escolhem as obras sobre as quais desejam trabalhar, participando intensamente, portanto, deste processo de seleção.
Na verdade, os colaboradores são fundamentais para este projeto, e quando se atenta para eles, percebemos o quanto do espírito da Internet está agregado neste trabalho. São 500 colaboradores, que na maior parte das vezes trabalham não por dinheiro, mas por prazer, e por acreditarem na importância da iniciativa. Encontram-se fisicamente dispersos e se comunicam por e-mail, encarregando-se de scanear, digitar, conferir e até realizar pesquisas sobre a disponibilidade dos textos a nível de copyright. No ano passado o projeto perdeu o apoio da Universidade de Illinois, e agora, mais do que nunca, precisa da colaboração financeira e colaborativa de todos quanto se dispuserem para tal.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Biblioteca Digital


Bibliotecas digitais são bibliotecas que existem de forma digital, ou seja, em disquetes, cds etc. Dispõe de todos os recursos de uma biblioteca eletrônica, oferecendo pesquisa e visualização dos documentos, tanto local como por meio de redes de computadores.
Suas principais características são:
- Acesso remoto pelo usuário, por meio de um computador conectado a rede;
- Utilização simultânea do mesmo documento por duas ou mais pessoas;
- Inclusão de produtos e serviços de uma biblioteca ou centro de informação;
- Provisão de acesso em linha e outras fontes externas de informação (museus, bibliotecas, bancos de dados, instituições públicas e privadas);
- Utilização de maneira que a biblioteca local não necessite ser proprietária do documento solicitado pelo usuário;
Para alguns autores, a biblioteca digital tem como característica a criação de novos e mais dinâmicos formatos, integrados com a representação de dados, informação e conhecimento, que ela pode apoiar novas formas de grupos de colaboradores na criação e uso da informação, novas práticas comunitárias, permitindo a personalização da informação, incluindo a assistência do gerenciamento da informação quando ocorrer excessos de dados.
a biblioteca digital difere-se das demais porque a informação que ela contém existe apenas na forma digital, podendo residir em meios diferentes de armazenamento, como as memórias eletrônicas (discos magnéticos e ópticos). Desta forma, a biblioteca digital não contém livros na forma convencional e a informação pode ser acessada, em locais específicos e remotamente, por meio de redes de computadores. A grande vantagem da informação digitalizada é que ela pode ser compartilhada instantaneamente e facilmente, com um custo relativamente baixo.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Ensino de Biblioteconomia no Brasil: questões acerca do modelo Deweyano

Esta visão caricaturada da realidade, que se recusa a ver o tipicamente social, enformado por um cotidiano marcado por rupturas permanentes, transporta também para a prática bibliotecária e, por conseguinte, para a Escola de Biblioteconomia, uma postura de alienação, de desrazão, hoje incompatível com as mudanças provocadas pelos processos globalizadores do capital e desprovincianizadores da cultura. Mais grave parece ser esse comportamento de alheamento nos países que, como o Brasil, ainda não produziram sistemas de larga utilização na organização da informação documentária. É que a produção de tais sistemas, ao depender da autocriação do conhecimento científico e tecnológico, depende muito mais da autocriação de conhecimento filosófico. Tais conhecimentos ainda não são amplamente produzidos em tais países, cuja dependência de capital financeiro reduz suas possibilidades de autocriação, confinando-os ao estágio de limitados re-produtores.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Biblioteca virtual

O que seria uma biblioteca virtual?
É um repositório de informações comentadas disponíveis na Internet composta por uma seleção abrangente de links. A biblioteca virtual organiza e filtra a informação disponibilizada web visando minimizar o tempo de navegação do usuário.
Bom o principal objetivo da biblioteca visual é ser uma ferramenta de apoio a pesquisa na Internet para tornar mais ágil o acesso e a obtenção de informações.
Você pode encontrar vários serviços em uma biblioteca, tais como:
>Links que envolvem bases de dados (artigos, resumos);
>Periódicos online( jornais, revistas);
>E- books;
>Bibliotecas multimídia;
>Bibliotecas digitais;

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Porque a maioria das pessoas pesquisam no google e se bitolam à Wikepédia?


O governo federal fez investimentos na área da educação e desenvolveu ainda mais alguns serviços como o portal da CAPES. Através do link do portal o usuário pode ter acesso a vários artigos, dissertações e qualquer documento que com certeza vão trazer informações mais contundentes sobre os assuntos que motivaram as pesquisas.Mas por que, mesmo sabendo disso, ainda existe uma gama de pessoas que insistem em fazer uma pesquisa artificial através do Google e se contentar? Será muita preguiça? Uma pena, pois essas são as mesmas pessoas que vivem dizendo, em voz alta, o mais pobre dos clichês: "O governo não faz nada." - Quando na verdade quem não faz nada é quem não aprende a mudar. Mas a questão do analfabetismo político não convém discutir agora. O importante é tentar, de alguma forma, conscientizar essas pessoas e apresentar um modelo mais seguro para pesquisas científicas.

LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010

LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010
Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o As instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do País contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei.
Art. 2o Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.
Parágrafo único. Será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo sistema de ensino determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações de guarda, preservação, organização e funcionamento das bibliotecas escolares.
Art. 3o Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.
Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de maio de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
Carlos Lupi

O que é biblioteconomia?

A informação é, hoje, considerada ferramenta para o desenvolvimento sócio-econômico-cultural. A Biblioteconomia é a área do conhecimento especializado em pesquisar, desenvolver e utilizar os mais eficazes métodos para tratar a informação, visando sua recuperação e sua disseminação. Independente do suporte dos registros dos documentos (livros, periódicos, slides, fotografias, mapas, partituras, discos ópticos, etc).

Conhecendo o Moreno Barros

Zilah Edelburga, Bibliotecária da BC/UFPA indica

Os vídeos dos Bibliotecários Moreno Barros e Fabiano Caruso, grandes progressistas da área Biblioteconômica, que pesquisam, principalmente, sobre a Biblioteca 2.0, Redes Sociais na Web e etc. Com certeza não irão se arrepender de assisti-los e seguir os seus twitter, blog e vídeos.

Você sabe o que são periódicos?

Os periódicos são documentos impressos, ou disponibilizados na web (digitais), que tem seus volumes publicados seguindo uma preiodicidade. Aqui no Brasil os periódicos tem a nomenclatura definida por revistas. Estas revistas são mais que as revistas que compramos em bancas de jornais. são mais que a "Tititi", "Isto é" ou a "Veja". Temos revistas como a "National Geografic", "Exame" e "Science".

Nós, que somos alunos do curso de Biblioteconomia (e qualquer aluno de qualquer outro curso superior também), precisamos nos preocupar em conhecer as outras revistas que fazem parte, ou farão, de nossa vida acadêmica. A importância dela para nosso futuro e que contribuições elas podem nos proporcionar.

Numa conversa com a bibliotecária-chefe da Biblioteca Centrtal da UFPA, a Sra. Zilah E., tive a oportunidade de conhecer uma das importâncias das revistas científicas. Entre outras coisas, quando chegar a hora de procurar um mestrado uma das coisas que somam pontos é um artigo publicado em uma dessas revistas. E ainda existe uma espécie de classificação, uma "nota" que essas revistas recebem para termos idéia dos conceitos de que elas desfrutam.

Você já teve um artigo publicado por uma revista ciêntífica, como a revista "Ciência da Informação"? -Que desfruta de conceito A2. E esta é uma revista que posso sugerir aos colegas de curso a "Ciência da Informação", que inclusive encontra-se disponível no acervo da BC/UFPA, no setor de periódicos. Procura... Ah! Não posso falar! Vocês precisam ler para saber. No acervo, os usuários ainda podem encontrar várias outras revistas que tratam de assuntos sobre a nossa área.

Quem ainda não está familiarizado com o portal da CAPES é bom aproveitar a chance para começar a conhecer esta ferramenta que com certeza será útil quando chegar a hora do TCC.

Como desenvolver um bom hábito de pesquisa.


A informação pode chegar ou ser encontrada. O problema é de onde vem essa informação e como encontrar uma fonte segura de informação segura?

Claro que não se pode falar em pesquisa sem lembrar-se da internet. As inúmeras bases de dados que existem na web nos deixam, às vezes, perdidos diante de tanta informação. Mas na verdade, essas informações nem sempre são seguras.

Dependendo do tipo de pesquisa algumas informações nem são encontradas na rede. Uma coisa é você procurar uma casa ou um carro para comprar, outra coisa é você querer saber o que diz a ABNT sobre o que você precisa para padronizar um documento. As pesquisas devem ser feitas em bases de dados confiáveis.

O certo é que quanto mais o usuário se acostumar a fazer suas pesquisas em bases de dados mais bem conceituadas, a informação que ele encontrará, dificilmente, será uma informação equivocada.

A importância da preservação dos documentos para uma biblioteca

É muito comum encontrarmos documentos deestruidos pelo tempo e outros fatores em bibliotecas públicas. Porque isso acontece? Não existe pessoal suficiente para manter o acervo? Falta de interesse pelos bibliotecários? Acedito que não. Apesar de algumas vezes a decepção imperar, ao presenciar cenas de descaso promovidas por bibliotecários, acredito que a solução para o problema está em como dirigir o acervo.
Não é questão de intercâmbio, mas alguns documentos nem tem condições de comutação. O que os tornam sem importância. Tudo bem que serão analisados e depois de, sabe-se lá quanto tempo, terão seu fim. Mas o que assombra é o tempo gasto, ou melhor, o tempo que levam para tirar do acervo documentos que não tem condições de uso.
A ação do tempo e o próprio espaço reservado para guardar o acervo interferem em como e quanto tempo esse documento terá de vida útil.
Sem contar a ação, paradoxal, de usuários que riscam, dobram, rasgam e furtam os documentos. Com relação aos furtos, algumas bibliotecas tem sistemas que as protegem desses inconvenientes, mas ainda assim alguns documentos são rasgados, dobrados e etc. Mas, fora esse desagradável fator, muitos acervos estão ficando obsoletos. Parece uma contradição, mas digo obsoleto no sentido de que alguns dos documentos não tem condições de uso. É preciso rever alguns conceitos sobre manutenção de acervo para estarmos servindo melhor os usuários.